Banner
Reporter X
Login


Senhores(as) Militares, os dados aqui requeridos são visualizados apenas pela Diretoria da ACSMCE, sendo assim os dados não serão fornecidos a terceiros em hipótese alguma, salvo determinação judicial. O seu nome verdadeiro não estará visível, apenas o nome de usuário que Sr.(a) escolheu: Exemplo: Nome: João Madeira | Usuário: carvalho

Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Quem Somos - ACSMCE
Notícias
Quem Está Online
Nós temos 43 visitantes online
Procurar
/clube/85.html /clube/85.html /clube/85.html /clube/85.html /clube/85.html /clube/85.html /clube/85.html /clube/85.html

PostHeaderIcon Militares não se curvam diante do Governo

O Governo tentou inviabilizar a votação da PEC 300, mas os militares não se deixaram abater. Depois da sessão de ontem deputados integrantes da Frente Parlamentar em Defesa dos Bombeiros e Policiais Militares se reuniram com os profissionais da categoria, que estão em Brasília para acompanhar o andamento da PEC 300. O clima era de muito otimismo. “Há dois anos nós não tínhamos nada, agora já temos uma PEC votada em primeiro turno. Temos esperança. Não há motivo para desistir ou abaixar a cabeça. Devemos fazer tudo o que for viável”, disse Lauro Botto, tenente do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Na sessão de ontem, o líder do governo, Cândido Vaccarezza solicitou a obstrução de todas as PECs até o final das eleições. O presidente da Casa, por sua vez, retirou de si a responsabilidade e a transmitiu para o Colégio de Líderes. São os líderes das bancadas que vão decidir se as PECs serão arquivadas. Segundo o Capitão Assumção, o governo quer distribuir a responsabilidade, que é apenas dele, para as bancadas. “É preciso estar ciente de que o líder do governo é o único responsável por essa decisão, mas quer passá-la para os demais líderes partidários”, afirma ele.

Cândido Vaccarezza justificou o pedido de obstrução dizendo que dessa forma traria mais “tranqüilidade” a Câmara para votação dos projetos. A reação do parlamentares em favor das PECs foi imediata. Eles conclamaram a obstrução de toda a ordem do dia, enquanto, as PECs não fossem recolocadas na pauta.

Para o deputado Paes de Lira a atitude do Governo foi contraria ao regimento da Casa, ao retirar da ordem do dia uma matéria que já foi votada em primeiro turno e tem um destaque aprovado. Como é o caso da PEC 300. Capitão Assumção lembra ainda a tentativa desses parlamentares de alterar o texto original da PEC 300. Nas últimas negociações em torno da emenda foi aprovado piso de R$3.500mil, enquanto, que a proposta era de equiparação salarial com os bombeiros e policiais militares do Distrito Federal, que tem piso de R$4.500 mil.

Major Fábio explicou que até o momento a categoria fez manifestações ordeiras e agiu de forma política. “É o Governo que ficou incomodado e está usando de todas as artimanhas para impedir a votação da PEC 300”, completou ele.

Todos os militares demonstraram otimismo e já traçaram estratégias pra driblar as dificuldades e vencer essa guerra. Uma guerra justa por valorização profissional e salários dignos.

Assessoria de Comunicação deputado Capitão Assumção

61-3215-3280

www.capitaoassumcao.com

Comentários (0)Add Comment

Escreva seu Comentário
Você precisa estar logado para postar um comentário. Por favor registre-se, caso não tenha uma conta clique para se registrar

busy